Contorna as costas alguma sensibilidade do que é o mundo.
Desses tantos estares,
tantos seres que são um,
entre si tão, tão diversos.
E complexo.
Exo.
Exo.
Escrevo por não mais cabem em mim.
Chega um instante em que não cabe só em mim.
Precisa sair.
É o instante em que a lágrima sai.
É o instante em que preciso escrever.
Pra então respirar com a poesia que sai,
quando sai de mim por tanto ter entrado.
Então devolvo essa intensidade pro mundo.
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