Meu peito implora: da próxima vez, não traga alguém com aliança no dedo, por favor.
Estreitamento e aprofundamento batem à minha porta
Minhas chaves estão envoltas com outro alguém
Alguém para quem já abriram aos laços que tocavam campainhas
Ainda em mim, a porta imatura de minha pouca idade
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