Carnavália me pediu sangue e dei suor
O vento me entregou o movimento
Corpos brincando de sensação pelo espaço
Me entreguei ao sabor do corpo que mexe
Joguei cabelos, braços, quadris, pés, clavículas, coluna
Soltei a pele conforme a música corroía qualquer tristeza
Girei até a lua me desvirar
Pulei até você não mais pular
Ofereci ao céu o dançar
Movimentarei até a vida cessar
Dançando nos levamos ao ar
Dançando nos fazemos sagrados
Dançando nos cobrimos de sorriso sincero
Dancem, dancem, dancem, ou então estamos perdidos
Pina
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