sábado, 28 de junho de 2014

Daquilo que importa

Da família,
uma foto, um resgaste.
Uma falta.
Uma responsabilidade pela falta.
Um misto de culpa.
Uma culpa pela fuga.
Um deixar.
Um sair.
Um isolar-se.

E em tempos presentes facebookianos, o que resta é apenas
um curtir.

Que seja possível uma volta ao útero que me fez
pra curar as marcas, os vícios, os apegos.
Que me venha a humildade
do perdão.

Quando aqui percebo que todo o resto é abobrinha.
Pra crescer é preciso mexer ali.
Voltar ali.

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