Da família,
uma foto, um resgaste.
Uma falta.
Uma responsabilidade pela falta.
Um misto de culpa.
Uma culpa pela fuga.
Um deixar.
Um sair.
Um isolar-se.
E em tempos presentes facebookianos, o que resta é apenas
um curtir.
Que seja possível uma volta ao útero que me fez
pra curar as marcas, os vícios, os apegos.
Que me venha a humildade
do perdão.
Quando aqui percebo que todo o resto é abobrinha.
Pra crescer é preciso mexer ali.
Voltar ali.
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