sábado, 28 de junho de 2014

Foi quando Alisse perguntou: por que ainda não sou (ca)paz de simplesmente existir?

Alisse viu ser tanto lá dentro, uma mistura sem fim de desejos, sentimentos, impulsos e poucos saberes. Esse tanto de sensação infinita mas sabendo não ter nem dimensão desse infinito. Que talvez tenha visto apenas ponta de iceberg. Que infinito era esse que tinha ainda medo? Que infinito era esse que ao pensá-lo via-se pequena e finita assim como ao pensar em Deus? Assim como ao tentar conceber de onde vinha toda aquela água imensa de mar que nela dançava.

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