Traições confiáveis das mentiras sinceras que você diz para fugir da verdade querendo a verdade
Olhos sinceros de textos abaixados nos cílios transparentes que você ousa ler e entender
Agora começo a sentir um pouco mais do que pode ser
E começa um crescimento a mais
A visão com olhos de quem não quer dependência, um basta no mundo que gire em torno de você
Mas comparo o sentimento por um outro, e o que achava apenas desejo, é por ele
E que escondidas boas para o ego
Porém poderiam voltar
Eu protegi o seu nome, não sei se por amor
Eu protegi o seu outro nome por te querer
E protegi esse por tratos, confianças, amizade da superfície profunda
Desconcentração fácil por vocês
A mancha de vinho diz
O poema todo ganha vulto no instante que vc escreve a última frase, que dá o toque de gênio: "a mancha de vinho diz". Caramba, Isabella, que elegância. Quero te xingar.
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