Minha garganta dói num entalo desse poço de lágrimas
Que tal força me desvencilhe de mim mesma
Que meu ego seja corroído pela mais pura Verdade
Que meu medo se dissolva numa antipatia sincera
Que meu arrepio solitário faça meus próprios braços me abraçarem
Num apartamento onde além de mim, meu medo
Minha saudade
Minha solidão
Minha escuridão
Com um rapé calmo, uma normalidade amanhece após a tempestade
E Isabella vai caindo, caindo, caindo cada vez mais na sutileza secreta da auto-investigação
Uma máscara tão simpática quanto minha escuridão
Reverterei os sons interiores
Ainda caminharei em luz, à luz
Uma máscara tão simpática quanto minha escuridão
Reverterei os sons interiores
Ainda caminharei em luz, à luz
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