A poesia ficou calada em mim
O silêncio da escrita enquanto o turbilhão dolorido me penetrou
Meu sangue confuso não sabe pra que lado chorar
Preciso de um chão
que ao menos me abrace,
esquente minha barriga
e acalente minha dor
Olhei pra uma lâmpada desejando olhar pra minha luz
A lombar me grita
O ventre chora
Agora, sangue
Meu turbilhão num contraste distante com o homem
Um turbilhão fraco capaz de amassar a cabeça da menina
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