Ela se exibia para câmeras fotográficas,
expelia criatividade e beleza.
Mas a ninguém chegava
e toda a potência se trancinzava
em somente vaidade.
Ela fica até horas da noite
implorando atenção do amigo.
A bagunça vai subindo pelas pernas.
E dorme mas não na hora acorda.
E o sentido que já se esvaiu
não se ressuscita
para ao menos uma conexão
com o eu ao ar livre.
No cansaço da preguiça,
ouço brechas para outra poesia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário