Equilíbrio pendente
pedindo molas
para fugir daquilo
olhos suspensos à maneira do cutuco
lembranças obrigadas a beleza
Momento da força que vem e modifica aquela pele do braço da maçaneta
propagando as sementes de soja das árvores
da sala ritualística com a lua bonita no teto de vidro deveres entrando como o pau
sorrisos sinceros invadem a brutalidade ao fundo da rigidez
o tempo potente sabendo apenas querer ou acreditar
baladas falsas desejando o giro do horário sentido não parar o , ! s r
a gangorra do papai a olhar a jabuticabeira dos olhos e telefonemas deste gordinho simpático
situação imaginada tão fugaz
Puxões chotando luz e primas nulas todas centradas e tossidas
Ó cu los cossando modificações e imaginadas forças andando como meu pensamento em você.
Egoísmodo planeta, sempre em torno dele mesmo, todo atritado e mandado.
Terra, pare por favor, para podermos voar perdidamente horariando sem mais relógios.
Fui podada por olhares curtos, secos e superficiais.
Porra, este vc foi longe, hahahahahahaha. Este me fez me fez querer deixar de ser escritor. Hahahaha. Cara, lembrou o Caetano, as invenções lingüísticas dele. Vc já ouviu "Outras palavras"? É uma música que ele usa isso... muito bom. Olha, vc é pra poucos. (apesar de parecer o contrário)
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