Que se esconde em montes de sombras, de véus mundanos, mergulhados em lágrimas falsas de choros marcados por falas televisivas destoadas em holofotes frios de um amarelo sufocante
Quem dera a atriz pudesse se atirar por cima de seu papel
Quem dera o ator pudesse comer suas falas e as saborear como um doce deleite.
Quem dera fossemos mais nós, mais os outros, mais o mundo.
Quem dera fossemos ímpeto, paixão, suspiro e calma de alma.
Quem dera fossemos mais Isabella.
Raphael Gama
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