sábado, 15 de dezembro de 2012

Em vão, Cristo

Como se corresse cheirando meus pés, a vida traz a água do nosso estranho amor
Minha pulseira de vinho, minhas vestes de manhãs belas
O despertar a cobrar seus versos moles e amorosos
A estranheza de um céu de água
Sua piscina proibida
Sua irmã exalando luz
Sua tessitura de cordas que sangram genialidade
Num jardim ficamos ausentes como água e céu

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