Olhos verdes como meu otimismo e escuros como minha angústia.
Como ossos de vidro que não articulam o movimento do amor,
vou olhando e sorrindo,
beijando e abraçando.
Quase colando uma maçã na mordida do queixo,
a respiração faz-se pausada.
E de vértebras finas, minhas lágrimas farão o contorno do rosto.
Saudando o prazer de uma menina,
sorrimos um para o outro.
Seus dentes tortos escorriam adorando minha poesia,
Meu cabelo bagunçado molhava sua vida.
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