Rastreei essa folha por espaço.
Espaço para arte,
espaço para expressão.
Traço no espaço desse passo de te amar.
Deixo o que vem matar do que pensei
e fotografo aquela poesia
que de novo só não saiu de mim.
Estou dançando nesse interior de menina inquieta,
viro ar e respiro os braços ao alto,
voando na expiração.
Um peito de fora,
o mamilo querendo voar
e a dança que nunca para.
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