Necessito vestir o preto e lutar em meu luto
Ou luto ou melancolia, assim dizia o óide
E de melancolia te fazia
Até um ontem ou outro dia
Escorrego nos quereres de e-mail
Mas vejo o preto
E te vejo morto
Para então te transformar num antepassado
Comer suas vísceras ou seu pênis
Digerir seu gozo recalcado
E defecar seu moralismo
E então, mas só então, te ver proteção e amor divino
Isso tudo é fruto do meu amor
E de toda e qualquer sombra que em mim pretear
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