domingo, 22 de janeiro de 2012

com notas tardias

Deixa eu gostar de você?
Não podendo mais comparecer aos pequenos e desabados recados de atores criativos, sinceros, espontâneos e vivos, não podendo mais dividir e sintonizar os cabos de pequena águas brotando em olhares, para apenas cobri-los com a mais nobre sinceridade
E de lealdade eu quero me mergulhar, mas poderia haver ao menos palavras, vozes ou silêncios, mas que sejam silêncio esclarecedores
Na incapacidade, inferioridade e ignorância, sorrirei ao que for para agora vir, levando os ventos das suas marcas psicológicas na memória

Na vadiagem de uma água seca e florida pelos companheiros das florestas gargalhadas pelos rios e assovios murmurados por olhos brincando com os galhos dos fios de uma necessidade expressiva e loira onde sorrisos deliram nos desejos de anéis e cus tatuados em variadas e motivadas partes do corpo bonito, corpo.

Tensão de uma flutuação protegida por cópias ou ao menos inspirações que desejam provar do mesmo, e ver como o oposto ao oposto é bom, amar a semelhança, curtir o igual, comparecer ao seu
Arrepios de bolhas sangrando a espinhos fúteis e delirantes telefonadas ao pobre e cubano mendigo.

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