A pureza da arte feita do mais sincero interior
A alma sobreposta a qualquer meio que seja.
Afundando-nos onde o além não pode alcançar.
Terra cinzenta
fantasmas esbeltos
peles marcantes
doces sonhos
tristes decepções
voam como algodão as lágrimas do bom poeta
Jogam ao chão as tintas pretas e recolhem as roupas do prazer
Vestem a sujeira do dinheiro
Revela, da alma doce, o desejo, a força, a vontade, a importância do existente, ao social plantado em tiros.
Tão bonita a relação gay, tão belo o amor
Mas a casca começa a criar-se
A capa que me lembra que não são como parecem ser
Que a meus olhos de ingenuidade, tudo pode parecer belo, quando então eu enterro os pensamentos nos perigos das ilusões.
Repleta de temor, espanto e dor, pedindo o cuidado dos olhares, as carícias, as mãos fortes sentidas, os pés levados pela correnteza que prende um pensamento na tentativa de trazer o sublime das ideias.
Nenhum comentário:
Postar um comentário