No carnaval, fogosas rimas incandescentes
nos legais conchais dos florais soados
jogados
de onde se assopram as areias de piscinas agridoces
leia os saltos abertos dos pés onde se arrastam as estacionadas unhas.
Milagrosas lentidões afogam-se nas palavras desoriginais da fome dos ruídos
Tombos simbólicos e sulforosos
risonhos pelos cortes originais.
Do cheiro de pescoços unidos pela saudade
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