Enquanto ainda restam as letras soltas em meu metaengano, vou soltando meus sopros brancos
Minhas pétalas de beijos se foram
Mas minha pele eriçada aumentou como o calor de uma virgem
Peles morenas que emudecem minha monotonia
Com pequenas gotas de carinho, seus olhos me puxaram como imã de saliva
Nas horas marcadas do banho frio, meu dedo latejante canta meu silêncio
Como se molhasse meus cabelos em fogo, minha preguiça come meus pulsos lentamente
Velejo pelas ruas
Caminho pelos neurônios
Nado pelo nada
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