Minhas pobres cotias estão lançando luzes pelas paredes do cobertor pautado em doces sonhos que choram gotas de gozo quando minha mão se enfia nos lábios mais quentes por onde passam minhas costelas brancas, repletas de pus enquanto marco o tom do respiro da vida, o início ao fim, meu gozo brisado que vê olhos de costelas riscando o azul pobre dos ossos mais porosos por onde passam as fraturas por stress.
Meu gozo que me foge ao me engolir com cheiro de lua.
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