Meus olhos caíram como se uma prostituta guardasse seu salário
Ainda sou uma prostituta que cobra olhares
Minha garganta se alaga ao ver minhas nebulosas relações
Então o machismo me pisa com beijos bons e macios
Como se me escondesse em véus transparentes, vou adorando seus círculos vermelhos bissexuais
Com tantos beijos e desejos, vou andando só
A dificuldade do singular pesa em mim
Meu amor a essa potência que transborda em beleza
À estrela dos olhos radiantes
Aos olhos aguados
Aos olhos infantis
Há minutos a maciez tornou quente meus olhos vermelhos
Minha vaidade beija meu orgulho enquanto dançam na luxúria dessa minha gula permanente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário