terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ameixa

Eu quero ver um museu de novidades desconhecidas
Quero a força da natureza do mais profundo frio do calor aconchegante da energia onde o poder sobrepõe a razão
Dinheiros rasgados e cagados para cima
Tocados fogos dos violões maléficos da propagandas programadas provisuais e profalsas
Garganta foguenta ardente do brilho matutinoda vereda circulada por um giz tremendamente gordo e pequeno
Onde figuras soltam peles fadigadas fora da cama e do chão onde terras e mares afundam para um vulcão fogo do calor imponente berrante gargalhado feito de candelabros porque tudo brilha garglahando horrores feitos pelo felipe umbigado e achocolatados do  oficina tremendamente vivo e verdadeiro essencial ao animal humanamente humano  e animalmente desumano ou humanamente desanimalzado
virtuoso do significado

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