O vento sopra o capricho de um caminhão da decisão musicada por sanfonas tristes da fazenda do meio. Tinta do quarto longe coberto pelo desejo de voar. Mangas mortas indecentes fechadas na batida do monótono e frio circulante do modelo vivo da ligação.
Plásticos da meia noite fundos e drogados das vozes escondidas, barulhentas e pretas que atormentam o metal da tentação urinada por uma janela da escadaria abandonada. Subida tremendamente forte e calorosa do encaixe de um rio. Figuras sexuais da decepção e do medo onde há a covardia da segurança. Brincos escuros perdidos pelos apertos alemães da via láctea onde Thamis embrulha seu bom humor numa caixa de ladrões mortos nos telhados de vidro. Sombras papeladas e voadas do jeito da salvação unida ao carnal e dançado viver. Energia ruim e pesada de uma alma tão inteligente e misteriosa ao mesmo tempo que sedutora e carente mostrando segurança ao mais homossexual grito de sinceridade. Furos de lasanha com bocas de ração da cebola apalpada pela forma do pão bordado no prato da ingrata gratidão por almas boas e vividas, bebidas e cantadas. Tão receptivas e amorosas.
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