quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

CORRENTES DE UM CORAÇÃO

E não sobra ninguém
Não sobra nada
Sobra apenas a solidão
São os restos do poli amor
Os restos de variados desejos, variadas companhias e infelizes respostas

Mas você não se lembra.

A intensidade toma a frente, e que assim seja.

Eu sei que tenho um coração inconstante, ingrato, injusto.
E não só o coração...
Mas ele comanda, desculpe-me por ser tão corajosa até nos momentos de maior fraqueza.
E assim, a libertação é impedida por um coração acorrentado.

A sensibilidade parte para o lado onde não há divisões, onde tudo é tudo, onde até o nada é tudo, a sensibilidade, o ritmo, a emoção, a música.

E amor, amor à vida, CONTINUE, ESSE AMOR, CONTINUE, O AMOR À VIDA, À ESSA CIDADE, AO SURREALISMO DOTADO DE VERDADE E SENSIBILIDADE, DE VIDA, VIDA, VIDA, DE NATUREZA, DE SORRISOS, DE OLHARES, DE VIDA. A BELEZA DAS NUVENS, DO CÉU, DAS CONSTRUÇÕES, DE TUDO, A BELEZA, ESSE AMOR, SÓ ESSE AMOR, QUE ESSE AMOR CARREGUE OS OUTROS E NÃO DEIXE QUE ESTES SOBRESSAIAM, POR FAVOR.
Talvez carregue a possibilidade de rodriguianismos
Ou talvez seja só amor.
Ou talvez seja só amar sofrer.
Mas o que talvez seja mesmo é amar viver. Só isso. Só viver, sentir, viver...

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