Estou afundada na culpa e orquestra da decepção própria, da falta de razão, imaturidade, burrice,
Tão não merecedora, e eu tão egoísta.
Incalculável.
Perda de controle do remoto da emoção ao ser suado da energia viva, animal, quente ou fria, sempre boa e intensa.
Mares da sinceridade desejada no seu silêncio triste e intrigante.
Preciso de tempo para aprender a ser humana.
Devo deixar o animal quieto se vivo ao lado de humanos.
Apertada pela culpa, lágrimas doloridas do arrependimento sem ter se arrependido.
Admiração pela força da passarinha,
E desejo que o ninho do professor seja menos egoísta, para que não sofra como eu por ser tão transbordado de desejo.
Acaba então toda essa loucura que nos transtornou.
Passarei a querer o que fuja de proibição,
o que é repleto de amor para dar e não seja necessário o sofrimento de terceiros.
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