quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CONFIALIANÇA

Confiança, um troço realmente muito louco
Olhos dizem sim, bocas dizem não, olhares de superioridade dizendo que confiança não há
Olhos amigáveis soando a confiança mergulhada num companheirismo amigável
Repressão das idéias fechadas
Só é se é mútua
O que faz dela existir?
Será a capacidade de transparecer?
Ou a capacidade de possuir o ouvido da graça colada?
São olhares de olhos capacitados
São ações
São palavras
São pensamentos
Bocas cheirosas pedindo a falta de cheiro
Mãos duras pedindo o carinho
A falta de olhar compreensível preocupado pedindo o amor da confiança e da tranqüilidade
Mas algo sim é de se afirmar
A cobrança é a maior arma da confiança
Uma arma pode existir, mas precisa ser utilizada?
Não se sabe nem mesmo o que é capaz de dizer
Ou capaz de pensar
Sabe-se apenas o que se sente
Ou não se sabe
Sensações tão encharcada de possibilidades
Mal entendidos dos olhares
E assim é?
Apenas se lhe assim parecer
Parece e pode ser
Parece mas não é
Só não se diz parece e é
E por que não?
A arma da confiança ali escondida quando os olhos vieram confiantes
A prender o que mais posso aprender, vou indo, vou levando, vou sentindo, vou vivendo...

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