quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ônibus da educação


Uma pausa em Paulo Freire para degustar o som da saudade de você
Nadando pelo timbre de Norah Jones, lembro-me dos seus olhos tão confortadores
Sua plenitude traz em mim o oxigênio leve que pulsa
Minha pulsação tem baterias infinitas coladas num corpo pequeno
Avisto você num outdoor laranja de Batatais

Ontem exalava lágrimas de vinho
Meu corpo queria me jogar como rosa amarela na rua

A chuva unilateral sorri como senhoras namoradeiras

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