Nossos traços melancólicos chorariam árvores
Nas cobertas do mundo, nossa existência só sente frio
Nos ossos do ar, nossas genitais vibrariam
Escorrendo olhos pelo mundo
Daríamos presentes sexuais aos nossos pais
Em escola de atores tudo o que fazemos é fingir vida.
Falamos de angústias e fazemos o cotidiano nadar em nós.
De que adianta viver?
Que a vida nos engula, nos afogue em amor.
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