Noites atormentadas pelos sorrisos de paus enfiados nos fiascos da sedução
A solidão de uma saída amortecida e atormentada onde não se há nem ao menos um pingo de incandescente prazer
Na rua aquilo não é mais visto
Aquilo se esconde por trás do sol acenando uma beleza das vivências pessoais, dos valores humanos, da à vida humana, amor ao humano, amor ao homem, amor à vida, à vontade de provar, provações dos mais variados sexos
Saindo só por aí, provando o que a vida quiser me oferecer, não estou por aí pedindo uma moeda de amor
Estou por aí buscando o cartão infinito do amor, estou procurando a vida cada vez maior , a vida cada vez mais intensa
A saudade de olhares nunca mais iguais
A obviedade da personalidade de cada ser
O amontoado de cerejas enfiadas nas orelhas mal limpadas
Não atormento o que possa ser um arroz nos potes da salvação
Mas adormeço nos ombros da traiçao
Adorando estar ali ao sei não possível
Adorando o que não me cabe
Amando o que já está preso
Destino implacável que me joga, me puxa, me prende ao que já é preso
Não entendo o começo da vida nem ao menos o meio da liberdade
Aqui chego ao ponto em que apenas repito palavra se divago sobre elas
Em que briso nas apresentações que se libertam do pensamento ocidental
Se libertam do pensamento fechado, todo regrado, todo didático, todo bonito e bem educativo
Mando para um lugar nada menos que deplorável a vontade de você
meSMO AMANDO ESSA VONTADE DE VOCÊ
dESPREZANDO ESSA INSATISFAÇÃO CRÔNICA
iNVENTANDO MAIS AINDA OS AMORES TREMENDOS
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