A miséria do amor
Os cantos do meu choro nunca serão explicados
Ai passarinha,
eu existo para você existir para mim.
Só você é capaz de espremer meus olhos molhados,
de me tomar por inteira,
só assim sei o que significa amizade.
Tenho pena daqueles que riem de sua estranheza tão bonita, tão viva.
O movimento é apenas o que nunca nos abandonará.
O céu,
sua beleza,
símbolo da vida,
nunca nos abandonará,
sempre em movimento
sempre.
Nunca o mesmo desenho,
infinitude da vida,
espontaneidade,
singularidade.
Nunca o mesmo desenho,
infinitude da vida,
espontaneidade,
singularidade.
A ovelha negra joga água pelos olhos e aperta o coração olhando o rebanho.
Sempre haverá o mistério daquilo que os prédios escondem,
daquelas neblinas escondidas
Quero sua respiração,
saudades da sua modificadora presença.
Gosto do cheiro da sua boca,
e da originalidade dos seus gostos, olhos, palavras e movimentos.
Vou acender o cigarro desta chuva de sensações.
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