Imploro para que minha boca seja menor que meus pés.
Cicatrizes doídas no rosto da criança.
Olhos tentando sugar o desconhecido Universo sofrido.
Quando fecho os olhos despensando e apensando o provável desejo levado pela ansiedade, abrem-se olhos e sorrisos inesperados como as portas de um trem após a parada seguida do bip.
Abre-se a realidade.
Talvez o que mova seja o pensamento despensado,
o desejo esquecido porém existente,
permanente num canto qualquer do caminho chamado destino.
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