Mofos chocam os batimentos de Guará.
Olhos pesam cheirando cultura popular.
Pescoços formam caixas elásticas que resistem o peso ocular.
Pratos de saúde pedem o sexo xerocado.
Interrogações dançam pelos olhos estudantis.
A poesia me acorda.
Terços se enrolam nas latas irmãs dos pés.
Mesas cobrem as mãos baixadas que acendem velas.
Os corpo lateralizados dormindo na frieza mental.
Graves críticos descobrem as pesquisas corporais adormecidas.
Ingleses dedos pulam na madeira negra.
Não encontro peixes nos sorrisos lacrimejados.
Alternativos circulares sorriem com gosto de uva cozida.
A Moris dance é pintada de folclore verde.
Guizos de bronze trazem notas em cada bola com a precisão afinada.
Agudos tons da monotonia tremendamente movimentada e enganada.
Polifonias balançam as unhas vocais determinadas.
pérolas!
ResponderExcluir- Talvez o que mova seja o desejo esquecido porém existente.
- As peles, antes tão encontradas, recebem o corte profundo da união eterna. Ui!
- Nossas leituras acordam no escuro de palavras insensivelmente bem recebidas.
- e principalmente:
Minha voz se cala com a monotonia do colchão velho/ E mais uma vez, para trás fica a sede de sentir. Uau!
bjs