Qualquer dia
pode ser
o último
que veremos
vidros de ruas moles
pairando
em prédios homossexuais
e cobrindo
de vontade
a vida artística
com sabor
de ansiedade
boa.
Meias erradas
cobririam
os dedos
que molham
cravos
e secam
espinhos vermelhos.
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