Meus dedos vão tremendo e olhos de comida japonesa reverenciam a facilidade da juventude.
Sinto que nunca vou me acostumar com a normalidade
e com os normais que não se acostumam comigo,
com meus desejoso, gostos, ações,
Continuam me olhando como se só trocasse moedas,
quando eu amo os toques, os beijos e os olhares.
Nem mesmo eu sei o que sinto
E continuarei dançando
Cantando baixo às borboletas
e festejando mordidas em bochechas bêbadas de ontem à noite.
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