Tenho um corte profundo onde passa a rua Fortunato em mim.
Novos anos arremessam mochilas que engolem chaves e guarda-chuvas emprestados em dia de sexo.
Há sempre um mistério na minha voz, no meu profundo diálogo comigo mesma.
Não ouço mais as gasolinas sendo introduzidas em meninas loiras.
Ouço o lixo das repetições chovendo.
Mas engulo minha incapacidade de fazer no mundo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário