sábado, 11 de agosto de 2012

Deixar sair, é preciso sair todo o nosso sangue vivo do desejo,
nossa igualdade de sorrisos palestinos e israelitas,
juntos,
sorrindo,
olhando o amor e beijando o calor.

A prontidão da maçã que nos envolve como abraços noturnos acordando para o amor ao pensamento científico quando este está molhado de subjetividade, amor, reflexão, sentidos, 
bichos humanos recheados e envolvendo as sensações.
A fruição dos corpos vivos, acordados para o prazer do simples viver.

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