Sou a trava da vontade incendiando o ciúmes
Vou desconstruir toda e qualquer poesia, meu peito já treme a poesia, já é demais sofrer assim
Doer o ridículo do meu ser
Em quatro estações eu vou passando distribuindo beijos e corpos
Desvalorizando meu amor, meu querer estar com você
Eu fico esperando alguém que queira caber na minha realidade
Minha realidade está aqui, meu querer, meu pulsar e respirar você
Mas o você está sempre sendo perdido
Não sou capaz de abrigar comigo um ser que me ame
Perco amores
Desfaço amores
Sempre querendo amar
Em nome do amor, eu mato o amor
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