Volúvel vou acolhendo o oposto.
Acolho o choro quando, pela manhã, ria e sorria à vida
A miséria de Brecht aqui, na vida.
Minha hipocrisia,
minha facilidade,
minha poesia.
Quanto vale a respiração do vento entrando em mim?
Quanto vale a vida saindo de mim?
Quanto vale a reencarnação?
Quanto vale minha capacidade de ser o erro?
O erro da cor inundando o distante.
A miséria servindo de base para a beleza.
Ainda nosso mundo não passa de um moinho.
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